65ª Feira do Livro de Porto Alegre

Publicado em: 01/11/2019

do Matinal

 

A Feira do Livro em três tópicos

Começa hoje (1º) mais uma edição da Feira do Livro de Porto Alegre, a maior e mais longeva feira literária de rua da América Latina, agora completando 65 anos. A Feira é ponto de encontro, de leitura e de convívio, e costuma ocupar grande espaço na imprensa. E há três coisas a se observar no grande evento cultural da Capital este ano:

Espaço Físico: A 65ª Feira do Livro terá uma organização semelhante a da última edição, enxuta e concentrada na Praça da Alfândega (uma vez que o Cais Mauá segue fechado ao público), dessa vez com menos bancas na Rua da Praia (que segue com o espaço reduzido por conta dos tapumes das obras da Caixa Cultural). Mas o número de livreiros aumentou em uma unidade: serão 106 barracas, sendo 85 na área geral, 13 na área infantil e juvenil e 7 na área internacional. Como nos últimos anos, o espaço dos patrocinadores é menor (das empresas de comunicação, apenas a Pampa permanece com estande na Praça). A grande mudança este ano é o fim da praça da alimentação, que vinha sendo subutilizada (o que deve aumentar a disputa por mesas no Bistrô do MARGS e nos bares do Largo dos Jacarandás). O espaço antes ocupado por lancherias, entre o Memorial do RS e o Farol Santander, passa a ser ocupado pelo Teatro Carlos Urbim.

Roteiros: para não se perder ou esquecer alguma atração, a dica é se programar antes de sair de casa, acessando a programação e as sessões de autógrafos do dia no site da Feira. Se você possui mais tempo, pode ir atrás das múltiplas opções de oficinas, que exigem inscrição prévia. Outra opção é seguir as dicas do site de cultura Nonada, que fez uma pré-seleção de eventos sobre temas diversos como afrofuturismo, ambientalismo e bibliotecas comunitárias.

Mercado e resistência: apesar da crise pela qual passa o mercado editorial, a Feira do Livro da Porto Alegre tem sido bem sucedida não só em promover a leitura, mas em movimentar o mercado editorial. No ano passado, a comercialização de livros cresceu 9%, chegando a 237.710 exemplares. Em depoimento ao site Brasil de Fato, João Carneiro, editor e ex-presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, destacou a importância do evento no atual momento do Brasil: "não se pode aceitar o obscurantismo que se alça em torno do poder, e a Feira como um espaço de incentivo à leitura cumpre um papel de resistência".

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