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Banestado – O grande roubo (por Adalberto Paulo Klock)

Publicado em: 10/03/2020

O escândalo do Banestado foi o maior roubo conhecido do Brasil. Ocorrido em 1995/9 o valor desviado foi de cem bilhões de dólares (U$ 100.000.000.000,00). À época, em pleno domínio do Governo do PSDB/PMDB, com o Príncipe dos Sociólogos Fernando Henrique Cardoso, o Brasil foi assaltado em valor superior a duas vezes ao que tinha de reservas cambiais (valor médio anual de U$ 42 bilhões à época). Para se ter ideia, à época o valor do dólar era +- R$ 1,00. Considerando valer hoje R$ 4,40, teremos o roubo atualizado de R$ 440.000.000.000,00 (R$ 440 bilhões).

Houve até CPI para apurar esse grande roubo contra os brasileiros, mas a CPI nada apurou, muito embora tivesse todos os documentos referente ao roubo, os nomes e os valores desviados, nada divulgaram, ocultaram e calaram-se TODOS os políticos.

O escândalo à época foi investigado pelo Moro como Juiz da Causa, investigação da qual NADA, absolutamente nada vazou. Nenhum dos hoje grandes bilionários do Brasil e do exterior foi denunciado ou condenado pelo impoluto Moro.

Recentemente, já na operação Lava Jato, o “honestíssimo” Dalagnol foi à Suíça para buscar os documentos disponibilizados pelo Banco Central Suíço, e recebeu 18 mil documentos (as famosas contas CC-5). No retorno, após passar pelos Estados Unidos, chegou ao Brasil com 15 mil documentos (três mil documentos sumiram no caminho). E o pior, no braço da Lava Jato de Brasília, para onde foi declinada a competência de alguns processos, o juiz federal de lá determinou ao MPF de Curitiba para dar acesso dos documentos aos réus, e o MPF simplesmente negou o acesso, informando que os réus poderiam ter acesso somente aos documentos que o MPF escolhesse e disponibilizasse, e ainda precisariam acreditar que esses seriam todos os documentos que interessariam aos autorizados à consulta. Isso nos documentos já capados de três mil documentos. Imagina se os réus tivessem acesso a todos?

Há fundadas suspeitas de que a Lava Jato, além de ocultar documentos, também falsificou vários, para poder incriminar quem eles quisessem ou definissem como inimigos.

Em qualquer país do mundo essa atitude do MPF importaria no imediato afastamento dos procuradores federais, em seus indiciamentos e condenações, de regra a severas penas. Mas aqui nem o roubo extraordinário do Banestado tornou-se crime. Então, por que seria crime a mera fraude processual e funcional produzida pelos procuradores de Curitiba?

Mas quiçá em menos de 30 dias nós teremos todas as informações sobre esse grande roubo do nosso país, e saberemos quem são os ladrões da pátria. E tudo isso graças ao esforço individual do jovem brasileiro Romulus Maya, residente em Berna, na Suíça, e que teve acesso aos 18 mil documentos e os divulgará para todo o país e ao mundo. Quem quiser acompanhar pode assistir suas postagens diárias no site Duplo Expresso que, embora demoradas e pachorrentas, as informações apresentadas são e serão de absoluto impacto ao Brasil. Será que finalmente saberemos quem são os grandes ladrões da pátria brasileira.

Esse roubo do Banestado foi o maior roubo que o país teve e ocorreu da metade adiante da década de 90 (de 1995 a 1999), em pleno governo FHC, nunca punido.

Segundo Maria Lúcia Fatorelli, o roubo realizado no Banestado gerou a grande parte da dívida pública do Estado do Paraná, que tem feito todo seu povo sofrer por causa dessa dívida, com a falta de serviços públicos, saúde, segurança, educação, estradas e outros, e produziu a morte de dezenas de milhares por esse endividamento criminoso do Estado.

Uma última comparação: Todo o desvio apurado pela Lava Jato na Petrobras, em período de 10 anos, importou em R$ 6,5 bilhões, ou U$ 1,9 bilhões de dólares. Comparado com os U$ 440 bilhões do Banestado, a Lava Jato da Petrobras importou em pouco mais do que 0,4318% do Banestado.

Mas, para os que ainda não acordaram, o que destruiu o país foram os roubos da Petrobras da época do PT (feitos em sua maioria pelo PMDB e PP) e não os roubos da época Tucana. Será?

Em breve teremos a resposta. Quem tiver coragem vai acompanhar.

 

*Adalberto Paulo Klock é servidor público.

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