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Austericídio (por Adalberto Paulo Klock)

Publicado em: 12/06/2020

 

 

 

 

 

O Jornalista Luiz Nassif adianta que a Alemanha abandonará a política de austeridade econômica, ajudando suas empresas e o povo com grandes somas de capital. Política essa diferente da pregada para outros países e que sempre defendeu como máxima econômica, o não déficit fiscal, a não-intervenção econômica e a liberdade de mercado.

O artigo foi reforçado por comentário que esclarece exatamente a realidade econômica dos países que enriqueceram no mundo, e essa realidade nada tem a ver com austeridade econômica, liberdade de mercado ou não-intervenção. Esclarece o comentarista Wilton Cardoso:

“A Alemanha, internamente, nunca foi austericida. Ela simplesmente tinha superávits fiscais e externos porque é a economia industrial vencedora da Europa, depois da criação da União Europeia, como a China é a vencedora mundial. Isso dá à Alemanha uma imensa receita tributária interna, além de superávits comerciais, permitindo-a estar sempre superavitária.

Como nação mais forte da UE, ela impunha aos outros países perdedores, principalmente os latinos do sul (os morenos “preguiçosos”) uma austeridade que eles não eram capazes de manter. Mas, internamente ela sempre fez política industrial e desmantelou de forma mais lenta seu estado de bem estar social, pois tinha dinheiro para isso.

Agora, com a crise, a Alemanha não titubeia em injetar dinheiro em seu maior ativo, a indústria, assim como os EUA, Japão, China e Coreia do Sul, países vencedores da competição capitalista. Eles são todos pragmáticos e keynesianos internamente, mas impõe austericídio (por meio da Troika e do FMI) aos perdedores, para que eles se endividem para comprar seus produtos, mas ainda tenham condições de rolar as dívidas sem dar calote.”

E nós aqui praticando tudo o que eles nunca defenderam ou aplicaram para si. Nós cortamos investimentos, ele investem. Nós vamos privatizar, eles estatizam, além do que já são estatizados. Nossa política econômica é tão desastrosa que chego a pensar: - Guedes não deve entender absolutamente nada de economia.

Onde nos enfiamos.

Todos iremos morrer

A notícia é velha, pois Bolsonaro produz, no mínimo, um crime por dia. No dia 29/05, quando atingíamos 28 mil casos, ele disse: “Todos nós iremos morrer um dia”, para justificar o não-isolamento.

Sim, todos morreremos um dia. Porém, a história humana é a luta contra a morte, a luta pela vida e sua preservação. Por isso se reprime o crime, por isso gasta-se tanto com saúde, segurança e educação, tudo para estender a vida.

Sim, morreremos um dia. Mas se entendermos assim, não mais poderemos punir por homicídio, pois apenas anteciparia o inevitável. Assusta imaginar a morte como instrumento de política pública, não para evita-la, mas para busca-la. As mortes pelo COVID-19 no Brasil são culpa exclusiva do governo federal. Omitiu-se em agir e atrapalhou os que tentaram agir, como os governos estaduais e municipais, todos boicotados e golpeados pelo próprio Presidente.

Haverá tempo em que teremos de julgar esses crimes contra o povo brasileiro. Espero a não omissão das instituições, como ocorreu nos exemplos históricos dos golpes de 1964 e 2016 e de toda a destruição do país no governo FHC. A omissão sempre traz repercussões, e hoje o STF, atacado e acuado, e exemplo das vergonhosas omissões do passado.

*Adalberto Paulo Klock é servidor público.

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