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Educadores protestam na capital e no interior pelo direito à educação e contra o autoritarismo do governo Leite

Publicado em: 16/09/2020

 

 

 

 

 

Na manhã desta terça-feira (15), Dia Nacional de Mobilizações da Educação em Defesa da Vida, educadores, estudantes e pais protestaram em todo o Rio Grande do Sul pela abertura de vagas em EJAs, Neejas e Cursos Técnicos e contra o fechamento de escolas.

Na capital, o protesto ocorreu às portas do Palácio do Piratini, e também chamou atenção para o fechamento da escola Estado Rio Grande do Sul, arrombada pelo Estado no dia 3 de setembro e, desde então, ocupada pela comunidade escolar como forma de resistência.

No interior, os atos se deram em frente às Coordenadorias Regionais de Educação (CRE).

Santa Rosa

Em Santa Rosa, educadores do 10º Núcleo do CPERS de Santa Rosa e o 35º Núcleo, de Três de Maio, protestaram em frente à 17ª Coordenadoria Regional de Educação. O ato conjunto contou com a presença de Vera Lessês, educadora que integra a direção central da entidade em Porto Alegre.

Inadmissível que o governador Eduardo Leite proíba a abertura de novas vagas do EJA, NEEJA e nos cursos técnicos nas escolas estaduais” – destacou Glaci Krann, diretora do 10º Núcleo.

 

A não liberação de matrículas impede a criação de turmas, reduz carga horária de professores, deixa contratados à margem do desemprego e faz com que trabalhadores sejam remanejados para outras escolas sem qualquer organização prévia.

Dezenas de milhares de estudantes, em sua maioria de baixa renda e em situação de vulnerabilidade agravada pela pandemia, serão prejudicados pelas determinações. Se o impedimento permanecer, muitos terão negado o direito constitucional à educação.

A diretora do CPERS, Vera Lessês, manifestou o receio dos estudantes e educadores em voltar às aulas presenciais.

 

“Temos que ter segurança para voltar. Não só um retorno com uma data pré-estabelecida pelo governo, mas uma data que a gente tenha tranquilidade em voltar com todos os protocolos respeitados, tanto os sanitários quanto os pedagógicos”, destacou.

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