• aanovo.png
  • BANNER.png
  • bannereich.png
  • comercio3.png
  • fabianetopo.png
  • gersoncpers.png
  • hermes2.png
  • jadlg.png
  • ponto10d.png
  • seeb.png
  • simpro.png
  • sind.png
  • sindis.png

Nota do MAB sobre a lei que autoriza a privatização da Eletrobrás

Publicado em: 23/08/2021

A privatização não só vai provocar um expressivo aumento da conta de luz, como deve resultar em apagões e desindustrialização do país

O governo Bolsonaro assinou no dia 13 de agosto, a lei que autoriza a privatização da Eletrobras. O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) é contra a privatização da maior companhia de energia da América Latina, que pertence aos brasileiros. O povo trabalhador será a grande vítima dessa iniciativa do atual governo.

Elencamos sete consequências da lei (14.182/2021), assinada por Bolsonaro, que autoriza a privatização da Eletrobras:

1) Tarifaço nacional na conta de luz: a privatização causará um aumento médio na conta de luz do povo acima de 25%.

2) Desindustrialização e desemprego: o aumento dos custos de energia elétrica aumentará a crise na economia, levará à falência milhares de pequenas e médias empresas e causará desemprego em massa.

3)Destruição da soberania nacional: A privatização entregará 125 usinas de geração de energia, 71 mil quilômetros de linhas de transmissão e 335 subestações para bancos privados e fundos especulativos internacionais. A energia elétrica de nosso país ficará sob domínio completo do capital financeiro, que só tem interesse em especular, saquear e explorar ao máximo nossos recursos.

4) Aumento de apagões: a privatização causará queda na qualidade dos serviços de energia e levará o país ao caos futuro com aumento de apagões.

5) Privatização da água: a estratégia de privatização da água que está em curso irá beneficiar o novo proprietário da Eletrobras, que tende a estabelecer o monopólio do mercado mundial da água. As extraordinárias reservas de água e mananciais naturais da Amazônia estão entre os principais interesses das transnacionais que querem controlar a Eletrobras.

6) Destruição ambiental: ao se privatizar o setor elétrico, crescerá o número de crimes socioambientais, como os exemplos de Mariana(MG) e Brumadinho (MG), causados por uma companhia privada.

7)Violação dos direitos dos atingidos: as empresas privadas não aceitam reparar os direitos dos atingidos por barragens em suas obras. Por isso, a privatização significa o aumento das injustiças e violações de direitos dos atingidos e dos trabalhadores do setor elétrico.
É necessário seguir a luta até o fim para impedir a privatização e a entrega da Eletrobras à iniciativa privada. Temos que reaver tudo que será saqueado no setor elétrico pelos banqueiros e empresários que só querem explorar a classe trabalhadora.

Nossa energia deve ficar a serviço de um projeto energético popular que garanta soberania, distribuição da riqueza e controle do povo.

Coordenação Nacional do MAB

  • bancarios-sindicato20160328.png
  • cprgsbannerl.png
  • d90d1784-7bef-4709-89cc-43a0c1bbea83.jpg
  • e9aa0085-5706-4b39-b64a-277c478a7fcb.jpg
  • servidores-municipais-logo250-201902.jpg
  • sindisaude.png
  • SitioMargarida200x200-20171116.jpg
  • 16f338d8-07ee-4170-b637-5f81d690af77.jpg
  • 69ec07e2-3820-4b13-becd-833c1be37021.jpg
  • baixo.png
  • BANNERL.png
  • bannersimpro2.png
  • CafePequeno20151016-164x164.jpg
  • jadlog20170906.gif